A saída da terra do Egito

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Êx 9:13 - A saída da terra do Egito.

Introdução:

O povo de Israel estava cativo na terra do Egito; Deus escolheu Moisés para promover a saída do povo do Egito. Deus apareceu a Moisés na experiência da sarça, falou com ele e deu as orientações.

Deus separa “um homem”:

A base do Projeto de Deus é o homem. Para realização do projeto é necessário que o homem seja sensível ao Senhor e valente para desempenhar suas orientações. Deus não precisa do homem, mas usa aquele que está disposto a ouvir Sua voz e obedecê‑lo.

           MOISÉS ‑Deus o chamou pelo nome:

           A Revelação – Sou o Deus de seus pais (Abraão, Isaque, Jacó ‑ Trindade).

Obs: O homem sem Revelação não pode ser usado para dirigir o corpo.

As perguntas de Moisés:

Como executar o projeto?

R – Tendo experiência com Deus (visão da sarça) e ouvindo sua voz (orientações):

O que dizer? (Sou pesado de língua)

R – Falar só a Revelação. A Revelação é incontestável. Faraó não ouve argumentos humanos.

Obs: O homem só pode transmitir a Palavra de Deus após conhecer o Senhor: “Eu sou.

Consciência do povo:

O Senhor preparou um homem (Moisés) agora prepara um povo;

Entre a escravidão e a liberdade há um grande abismo. Havia a dificuldade de o povo ser escravo, desorganizado e sem uma experiência mais profunda com Deus;

Como primeiro passo o Senhor enviou Moisés e operou os sinais diante de Faraó. O povo viu a operação do Senhor;

Havia a profecia de José: “certamente vos visitará Deus e fareis transportar os meus ossos daqui…” – Ex. 13: 19). Profecia à respeito da Ressurreição – “os que morrerem em Cristo, ressuscitarão primeiro”;

O Senhor enviou dez pragas para conscientizar o povo de que Ele estava presente; de que Ele lutava pelo povo de Israel e não o povo lutava por Deus;

Se houvesse a libertação na primeira praga, o povo não estaria conscientizado e Faraó estaria forte;

Igualmente a Igreja em si, não está preparada para a saída (arrebatamento), mas está dentro de um processo em andamento, ou nas orientações do Espírito Santo, a exemplo de Israel:

·         Sacrifico do cordeiro;

·         Sangue nas vergas das portas (clamor);

·         Luz nas casas (Revelação) ‑ mundo está em trevas;

·         Despojar os bens dos vizinhos.

Obs: Igreja adornada com as vestes (vestidos) de Salvação, remida (vasos de prata) pelo poder (vasos de ouro) do Sangue de Jesus.

O momento está sendo caracterizado pelo mundo que está convulsionado nas trevas, enquanto a Igreja tem paz e luz (Revelação), tirando os valores que estão em sua volta (prata, ouro e vestidos), preparando‑se para a saída.

Como houve os sinais no Egito, a Igreja está sendo conscientizada pela Multiplicação das Operações de Maravilhas (curas, libertações, dons, sinais) que é a Obra do Espírito Santo, que o Senhor está realizando.

Os recursos na saída:

O Senhor orienta a Moisés que falasse de sua experiência: “O Deus de meus pais, Abraão, Isaque e Jacó, me mandou…” ·.

Falar na Revelação, pois Faraó tem conhecimento de todos os recursos humanos, como cultura, filosofia, arte e religião. Faraó só atende Revelação (Palavra do Senhor que se cumpre). Quando Moisés dizia: “Vem trevas, trevas vinham“.

Faraó (o adversário) só é deslocado na Revelação. Com Faraó não adianta discursos.

Revelação do Senhor como “EU SOU”, que é a determinação do servo diante do mundo. É uma palavra segura, revelada e de experiência.

Os deuses do Egito foram criados à sua semelhança para fazer a sua vontade.

Mas agora lidava com aquele que não foi criado por alguém e nem tinha semelhança com outrem: o Senhor.

Caminho de três dias:

Para onde vai levar o povo? R. Caminho de três dias;

Três dias: tempo suficiente para chegar ao mar ‑ Projeto de Deus; Lá no mar haveria a Salvação de Israel e a queda de Faraó.

No terceiro dia depararam com o mar e o Senhor orientou (Revelação): “diga ao povo que marche (fé), e o mar se abriu para passagem do povo (operação de Deus);

A religião vai até a morte ‑ segundo dia, mas a Obra do Espírito Santo, representado pelo terceiro dia, leva ao caminho da vida;

O terceiro dia simboliza a morte e a ressurreição do homem em Jesus: o velho homem perece no Mar Vermelho e renasce para a nova vida com o Senhor;

A religião vai até o segundo dia que representa a morte, ou o percurso que Faraó alcança, para levar de volta à sua obra, que é construir monumentos ou as pirâmides, usando dois elementos:

·         BARRO ‑coisas do homem: filosofia, cultura, projetos humanos, religião;

·         PALHA ‑ palavra vazia, sem Revelação, letra morta, religião.

·         MONUMENTOS ‑ obra da religião que leva para a morte: eram os túmulos dos Faraós.

Há uma ordem do Senhor neste momento da saída: “DEIXA MEU POVO IR…”.

A Igreja preparada na direção do Senhor vai sair (ser arrebatada), pois ela conhece:

‑ O caminho de três dias          ‑  o caminho

 

‑ A Revelação (os recursos)     ‑  a verdade

‑ O destino (terra prometida)    ‑  a vida

 

 

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